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terça-feira, 16 de março de 2010

Robert em Entrevista






Aeee!!! Dose concentrada de Robertinol!! \o/ Confiram essa entrevista maaara e imensa do Roblicious em que ele fala sobre Remember Me, a fama, Robsten, seu futuro incerto como ator e muito mas muuuito mais! Aiiiiin!!! Leiam e me digam se não é a coisa mais fofa da face da Terra?!! *.*

Fonte: NJ Tradução: Paulie

Entrevista com Robert Pattinson – Astro de ‘Twilight’ quer ir de galã a ator sério



“Não sei por que não vi isso chegando,” Robert Pattinson diz com um pequeno sorriso. “Pensei que estaria fazendo esse pequeno filminho em New York, só ficar em New York.”
Não funcionou bem assim.
Pattinson fez o “pequeno filminho,” certo – um indie perfeitamente do tamanho certo chamado “Remember Me”, que estreou na sexta-feira, com Pattinson e Emilie de Ravin como amantes universitários, e Pierce Brosnan e Chris Cooper como os pais que inevitavelmente complicam as coisas.
Foram as filmagens em si que foram além do limite.

“Foi como um pesadelo,” diz o diretor Allen Coulter, que cuidou das filmagens nas locações. “Como ele conseguiu lidar com isso, eu não sei. Os paparazzi e as hordas de mulheres?”
Em um ponto no filme, o personagem de Pattinson – um garoto rico como Holden Caulfield chamado Tyler – tem uma conversa com sua irmãzinha em um parque da cidade. Coulter diz que centenas de fãs gritando apareceram, esperando por um relance do fenômeno “Twilight”.

“Simplesmente um hospício,” o cineasta diz. “Mas acho que ele lidou com isso muito bem. Ele não pensava em nada a não ser no filme. Ele é um grande ator.”
O co-astro Brosnan – que ironicamente afirma que “Eu tive minha parcela dos meus próprios admiradores, que dure muito” – diz que ficou impressionado com a forma com que Pattinson tem lidado com o


“redemoinho de fama.”

“Como um homem com alguns anos e tempo neste negócio, estou tendo filhos, quero o melhor para esse jovem de todas as maneiras possíveis,” ele diz. “E acho que ele está se acostumando muito bem. Acho que ele tem a cabeça boa.

“Pierce foi muito mentor no set,” Coulter diz. “Ele se sentiu paternal, certamente.”
As aparições em público do astro mais jovem requerem uma certa quantidade de preparação, subterfúgios, pensamento rápido e segurança sólida. (Durante esta entrevista, um grande número de homens nada sorridentes estavam parados do lado de fora da porta de sua suíte). Os detalhes de sua vida particular – que ele trabalha duro para manter particular – são o assunto de rumores, análises e ficção desmedida.
Caso em pauta: sua co-estrela em “Twilight”, Kristen Stewart. Desde que a aquela série de filmes começou, fãs – e perseguidores de celebridades – tentam ligar um ao outro. Primeiro, os jovens astros negaram o romance. Em seguida, eles simplesmente não disseram nada. Finalmente, hesitante, o ator confirmou a um jornal inglês,


“Estamos juntos, sim.”

Mas os dois jovens astros ainda tratam disso com cuidado, evitando ser fotografados juntos, entrando em festas separadamente. “Se tiver uma foto, eles escreverão uma história sobre ela,” um sábio Pattinson observa. “Se não tem uma foto, ninguém parece se importar.”
Pattinson – que é bem tímido e inseguro para falar, na vida real – não quer dizer nada mais sobre isso agora; em uma entrevista de mesa-redonda mais tarde no mesmo dia, apenas uma alusão a “sua namorada” o faz rir um pouco desconfortavelmente e rolar seus olhos antes de cuidadosamente não dizer nada.
Não se pode culpá-lo. Qualquer coisa que ele diga é analisada como alguma afirmação do Oráculo de Delfos – ou da Reserva Federal. Quando a revista Details recentemente o colocou em um ensaio fotográfico a la Helmut Newton, cheio de mulheres nuas, ele fez piada de que era “alérgico a vaginas”. A net entrou em erupção com uma rajada de posts desrespeitosos e perguntas distorcidas: Rob era realmente gay?

“As pessoas tomam tudo tão literalmente,” ele diz agora, correndo uma mão por seus eternamente desarrumados cabelos.
É um pouco bobo. Mas também explica por que, após um longo dia de conferências de imprensa, entrevistas de mesas-redondas e conversas privadas, o ator – que se descreve como “meio não-cínico e inocente” em relação ao amor – é relutante em revelar demais sobre sua vida pessoal.

“Quando os holofotes parecem estar bem centrados em você, a melhor coisa, eu acho, é se manter o mais misterioso possível,” ele diz. “Não tente rotular a si mesmo, não se coloque lá fora, porque isso apenas cria histórias… Não acho que sua pessoa pública auxilia de forma alguma na sua carreira.”
Então aqui, com ou sem a sua ajuda, estão algumas respostas ao mistério de Robert Pattinson.
Os começos

Ele nasceu em Londres, em 1986; sua mãe trabalhava como agente de modelos e seu pai era um negociador de carros de alta escala. Ele tinha duas irmãs mais velhas, que gostavam de vesti-lo como uma menina (aqui vem mais uma rodada de fofoca), e ele frequentou uma escola com a qual não se importava. Ele amava música – particularmente violão e piano – e por volta dos 12 anos, começou a trabalhar como modelo.
Atuar, contudo, ainda não estava bem no seu radar.

“Eu sempre gostei muito, muito, muito, muito de filmes”, ele diz (e prova, mais tarde, casualmente se referindo a clássicas performances de Jack Nicholson e trabalhos obscuros de Godard). “Eu sempre assisti a uma ridícula quantidade de filmes, e era bastante educado quanto a eles desde uma idade muito jovem, mas eu nunca juntei as coisas em relação a querer me tornar envolvido com isso.”
Então, ele se uniu a um clube amador de teatro “meio que por diversão.” Que ele fosse bom naquilo – e gostasse – o surpreendeu. (“Não gosto de me exibir – eu nem gosto de atuar desse tanto.”) Mas ele começou a conseguir alguns papéis na televisão britânica. E então veio o papel como Cedrico Diggory, em “Harry Potter e o Cálice de Fogo.”
Os filmes de Potter, foram, é claro, seu próprio fenômeno. Ainda assim, Pattinson se sentia um pouco fora disso.

“Os filmes de Potter são filmados nesse estúdio aleatório no meio do nada, então ninguém está esperando de fora dos portões por um relance, nunca,” ele diz. “Não há nada ao redor. E eu ainda era esse completo enigma. Eu pude meio que fazer o que eu queria, e eu pude por anos… Fui ver Daniel (Radcliffe) fazer ‘Equus’ em Londres, e ninguém sequer me notou.”
Então Pattinson conseguiu o trabalho em “Twilight”. Ele sabia que os livros eram populares; ele não sabia o que esperar do filme. Ele conseguiu um apartamento em Los Angeles e, depois que as filmagens estavam terminadas, voltou para procurar pelo próximo trabalho.

“Todo santo dia, eu ia a uma loja de conveniência e pegava uma baguete e um Snapple e lia scripts,” ele diz. “E então, de repente, estou ali na capa da Entertainment Weekly. Ok. E no dia seguinte eu saí para tomar meu café da manhã e todo mundo estava me encarando. E um mês depois, foi a primeira Comic-Con e tudo explodiu. As pessoas ficavam simplesmente gritando. Gritando.”
As reações quase orgásmicas o chocaram porque “os livros são tão sobre castidade. Mas as pessoas sexualizam em suas cabeças. É tão estranho, e tão engraçado. As fan fictions que as pessoas escrevem e postam – todas terminam com Edward e Bella na cama. Ou Edward e Jacob. Ou todo mundo! Isso meio que ignora toda a questão.”

Mas então, ele admite com um grande sorriso, “Acho que tenho um problema com ler scripts. Eu sempre pareço entender o significado oposto. Quase todo trabalho que já fiz – não sei por que é assim – mas eu falo com as pessoas depois de ler o script e eles dizem, ‘Você está vendo isso do jeito inteiramente errado.’ Eu discordo de quase todo mundo sobre absolutamente tudo.”
Mas as pessoas que conhecem Pattinson – de empregadores de estúdios a co-astros – concordam em uma coisa: ele é um jovem doce e não afetado. O temperamental Edward da saga “Twilight”, o impulsivo e raivoso Tyler, de “Remember Me” – eles apenas provam do bom ator que ele é.Cortes reais de atuação
Brosnan fala com admiração sobre sua “graça sob pressão.” Coulter nota que, embora Pattinson tenha assinado para seu pequeno drama antes que a fama de “Twilight” realmente “ficasse fora de controle,” posteriormente, ele se manteve comprometido. Ele não tentou renegociar o contrato. Ele não voltou atrás para que pudesse renegociar um trabalho de maior orçamento e mais bem pago.

“Pelo contrário, ele realmente quis fazer isso, porque ele sabia que era uma oportunidade de provar que ele não era só esse rostinho bonito de ‘Twilight,’” o diretor diz. “E ele de fato provou… Ele não é extremamente experiente, e ele seria o primeiro a dizer isso. Mas ele é muito inteligente e muito dedicado e muito, muito rígido consigo mesmo. Não com os outros – ele é generoso e gentil com relação a todo mundo. Mas ele não é generoso consigo mesmo. E isso é, na verdade, uma característica bastante adorável.”
Pattinson diz que apenas aprecia a chance de provar que pode ser mais que um vampiro brilhante.

“Eu estava lendo toneladas e toneladas de scripts e pensando no que fazer depois de ‘Twilight,’ e havia tão poucos que não seguiam o mesmo padrão,” ele diz. “Caras jovens, virgens completamente inocentes que querem aprender o jeito do mundo – todas as histórias seguiam o mesmo padrão, e (‘Remember Me’) não seguia de jeito nenhum. Eu não sentia que ele começava no começo e terminava no fim. Parecia que começava meio que no capítulo nove e terminava sete capítulos antes de você esperar.”
Pattinson sabe que as pessoas vão colocar expectativas enormes no filme apenas por causa de sua participação. (“Se isso não fizer nenhum dinheiro, ele é o quê? O que isso vale para o mundo?”) Mas ele está tentando ignorá-los. Ele já está trabalhando em seu próximo projeto, uma nova versão de Bel Ami, de Maupassant, interpretando um sedutor sem coração. E tem o terceiro filme de “Twilight”, “Eclipse,” agendado para junho e – finalmente, o fim da série, “Breaking Dawn.”
Depois disso? Ele dá de ombros e ri.

“Eu não sei de verdade,” ele diz. “Eu quase não gosto de nenhum (script) que eu vejo. Tenho certeza de que vai acabar parecendo meio aleatório quando você vir quais são os meus próximos trabalhos.”
Além disso, nesse momento, seu principal trabalho é simplesmente tentar ter uma vida normal.
Ele não está reclamando, não realmente. E mesmo se ele estiver farto dos paparazzi, ele não está se lamentando de seus fãs, os “Twihards” que ficam do lado de fora das premieres gritando ou que tremulamente lhe estendem fotos para assinar.

“Pessoas chegando em você na rua é legal,” ele insiste. “É só quando as pessoas sabem que podem fazer dinheiro com a sua vida, é aí que se torna difícil – porque eles são incansáveis.”
Então ele tem estratégias.

“É meio incômodo, mas se você tiver certeza de não ir onde as multidões estarão, se ninguém descobre onde você está hospedado ou onde irá jantar, então tudo bem,” ele diz. “As pessoas dizem que eu deveria simplesmente aceitar isso, não deixar isso governar minha vida, mas ter fotógrafos me cercando enquanto eu tento jantar? Isso não é vida para mim, de jeito nenhum. Se você pode evitar isso – o que é possível, na maioria das vezes – então não é uma loucura todo santo dia.

“E então, quando não é possível,” ele acrescenta com um grande sorriso, “então você pode de fato curtir as partes meio histéricas.”


Só tenho uma palavrinha só a dizer: AMO!!!! *.*


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